I. A partir de 1830: geralmente associado às idéias poder ditatorial, Governo fortemente centralizado e métodos despóticos de administração. Foi usada inicialmente como rótulo para as ideias dos partidários do antigo império napoleônico.
II. A partir de 1870: começou-se a descrever a política de fortalecimento e expansão do império colonial britânico como imperialismo. Novo imperialismo - constitui-se enquanto reservado às potências marítimas e não é aplicado, por exemplo, aos Estados Unidos e à Rússia que se expandiam sobre áreas contíguas. Mais ou menos no final do século seu significado era relativamente claro: equivalia a colonialismo – o estabelecimento e a extensão da soberania política de uma nação sobre povos e territórios estrangeiros. Percebemos o declínio do velho imperialismo a partir de 1776, impulsionado pelas ideias do livre comércio expressadas por Adam Smith. O novo imperialismo foi um processo de rápido desenvolvimento a partir de 1870 que consistia na dominação direta sobre o território e que caracterizou uma ruptura histórica. Momento novo do capitalismo.
III. A partir do século XX passa-se a dar maior ênfase às forças e motivações econômicas e de domínio de mercados, fontes de abastecimento e oportunidades de investimentos. Passa a ser visto pelos críticos como algo novo. Pelos críticos de esquerda como algo negativo. Inicia-se com a Revolução Industrial. Ênfase na economia e mercado.
IV. A partir do pós-Segunda Guerra: com a descolonização e o desaparecimento gradual dos impérios, a palavra imperialismo passa a pôr em relevo o aspecto econômico por excelência, passando a designar o complexo de relações econômicas, políticas e militares por meio do qual os países economicamente menos desenvolvidos são subjugados por países economicamente mais desenvolvidos. Caracteriza-se por uma assimetria: a relação de um país mais desenvolvido em relação à outro menos desenvolvido. O processo imperialista baseado no esquema Estado-Nação retroage após a Primeira Guerra e se extingue com o fim da Segunda Guerra.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
GALEANO, Eduardo. “AS VEIAS ABERTAS DA AMERICA LATINA”
No texto, Eduardo Galeano tenta explicar o que estimulou o frenesi espanhol na conquista do Novo Mundo. Inicialmente motivados pelo rombo no tesouro real espanhol, a coroa embarcou para as Américas com o intuito de achar ouro e prata. Este ímpeto foi abençoado pela Igreja, que comparou a investida com as cruzadas medievais, aonde o nome de Deus deveria ser propagado para os infiéis.
Apesar da Igreja ter abençoado as expedições, havia uma discordância de como os nativos deveriam ser tratados. Após a decisão, com apoio do Papa, foi-se estabelecido que a conversão por meio da catequese seria obrigatória, tendo como punição a escravidão para os que se negassem a aceitar o cristianismo como nova religião, o que também agradava a coroa espanhola pois a mão-de-obra escrava seria de grande serventia.
Ao final da investida ibérica na América, a fé cristã estava associada a pilhagem e exploração dos nativos americanos. Essas pilhagens eram frequentes pelo fato do custeio das expedições, que era bancado pelos próprios conquistadores, trazendo assim somente lucro para a coroa.
A abundância de metais e pedras preciosas era tanta no Novo Mundo que o autor conta que o famoso conquistador Francisco Pizarro, antes de mandar matar o chefe inca Antahuípa, mandou-o construir um aposento repleto de tais riquezas. Os nativos caribenhos que sofriam com tal riqueza, pois eram obrigados a se sujeitarem a trabalhos extremamente pesados e que muitas vezes levavam a morte.
A disparidade bélica entre os nativos e os espanhóis era tanta que a resistencia dos mesmos não causou muito transtorno aos consquistadores. Esta técnologia bélica nunca antes vista pelos povos mesoamerianos deram aos espanhóis uma conotação divina, pois não sabiam explicar de outra forma tal técnologia.
Além da superioridade armamentícia espanhola os indígenas ainda sofriam com a ilusão de que os espanhóis vinham junto com um deus, que estava retornando para se vingar (Quetzalcóalt para os astecas).
Como se não bastasse a mitologia contra os indígenas mesoamericanos ainda havia o que pode ser considerado como guerra biológica. A sociedade indígena não era imune aos vírus e bactérias europeus, portanto a mortalidade por causa deste encontro foi muito elevada. O mesmo vírus que mataria rapidamente um indígena nada causaria a um europeu, pois este já havia desesnvolvido anti-corpos naturais.
As cidades mais ricas do Novo Mundo chegaram a ficar tão populosas, por juntar caçadores de tesouros, que chegavam a ultrapassar muitas das maiores cidades européias. Um bom exemplo para tal fato é a cidade de Potosi, Bolívia, que detinha riquezas além do comum.
Apesar da Igreja ter abençoado as expedições, havia uma discordância de como os nativos deveriam ser tratados. Após a decisão, com apoio do Papa, foi-se estabelecido que a conversão por meio da catequese seria obrigatória, tendo como punição a escravidão para os que se negassem a aceitar o cristianismo como nova religião, o que também agradava a coroa espanhola pois a mão-de-obra escrava seria de grande serventia.
Ao final da investida ibérica na América, a fé cristã estava associada a pilhagem e exploração dos nativos americanos. Essas pilhagens eram frequentes pelo fato do custeio das expedições, que era bancado pelos próprios conquistadores, trazendo assim somente lucro para a coroa.
A abundância de metais e pedras preciosas era tanta no Novo Mundo que o autor conta que o famoso conquistador Francisco Pizarro, antes de mandar matar o chefe inca Antahuípa, mandou-o construir um aposento repleto de tais riquezas. Os nativos caribenhos que sofriam com tal riqueza, pois eram obrigados a se sujeitarem a trabalhos extremamente pesados e que muitas vezes levavam a morte.
A disparidade bélica entre os nativos e os espanhóis era tanta que a resistencia dos mesmos não causou muito transtorno aos consquistadores. Esta técnologia bélica nunca antes vista pelos povos mesoamerianos deram aos espanhóis uma conotação divina, pois não sabiam explicar de outra forma tal técnologia.
Além da superioridade armamentícia espanhola os indígenas ainda sofriam com a ilusão de que os espanhóis vinham junto com um deus, que estava retornando para se vingar (Quetzalcóalt para os astecas).
Como se não bastasse a mitologia contra os indígenas mesoamericanos ainda havia o que pode ser considerado como guerra biológica. A sociedade indígena não era imune aos vírus e bactérias europeus, portanto a mortalidade por causa deste encontro foi muito elevada. O mesmo vírus que mataria rapidamente um indígena nada causaria a um europeu, pois este já havia desesnvolvido anti-corpos naturais.
As cidades mais ricas do Novo Mundo chegaram a ficar tão populosas, por juntar caçadores de tesouros, que chegavam a ultrapassar muitas das maiores cidades européias. Um bom exemplo para tal fato é a cidade de Potosi, Bolívia, que detinha riquezas além do comum.
RIBEIRO, Darcy. “A América Latina existe?”
No fragmento do texto de Darcy Ribeiro entitulado “A América Latina existe?” é bem enfático inicialmente na questão da enorme diversidade étnica e racial existente na diferentes nações e povos que habitam a América Latina e mediante a esta vasta diversidade já é colocada a questão da funcionalidade nominal existente aqui.
A primeira abordagem feita pelo autor para justificar o seu questionamento, é o plano geográfico que, apesar de estar de estar junto, não se mostra unificado. Ribeiro afirma que a estrutura sócio-política latino americana históricamente só manteve o vinculo de unidade com a metrópole, deixando de lado a “nacionalidade” de cada região.
Outro ponto de desunião traçada pelo autor é a variedade cultural encontrada por todo território latino americano. Esta diversidade cultural é justificada por muitos fatores, sendo a a variedade linguistica o argumento predominante e focando também na interferencia de diversos povos europeus em distintas regiões, modificando assim a cultura local.
A divesidade étnica encontrada nas regiões latinos americanas é colcado como um fator a diferenciar estas culturas. Países onde a cultural indígena é predominantemente forte, pelo tipo de colonização empregado, vem a mostrar em sua sociedade a caracteristica genética e cultural deste povo. Outros países onde a misigenação foi mais forte, é predominante a modificação cultural em maior escala, fazendo uma fusão com a cultura européia e africana.
Uma discução levantada pelo autor é a estratificação social, geralmente fruto da misigenação, tanto indígena quanto africana. O autor discorre sobre o fato da presença da cor negra (fruto da misigenação africana) e parda (fruto da misigenação indígena) na maioria das classes menos abastadas da nossa sociedade. Neste ponto é traçado uma comparação com o preconceito racial presente na América do Norte, aonde a diferença sócio-racial presente na sociedade é tratada como questão de origens de tais etnias.
A diferenciação entre a América anglo-saxa (América do Norte) e a América ibérica (América Latina) não para somente na questão racial. Na visão de Darcy Ribeiro, a um pensamento fixado com o passar dos anos de que a América que sofreu a colonização ibérica é composta por povos atrasados e subdesenvolvidos, explicando assim a diferença econômica entre os dois.
O fragmento textual é finalizado colocando a idéia de que o processo hitórico latino americano vem provocando uma unificação entre esses povos. Com a revolução mercantil é iniciada um busca pela expansão territorial e cultural provocando um crescimento da homogeinidade latina.
A primeira abordagem feita pelo autor para justificar o seu questionamento, é o plano geográfico que, apesar de estar de estar junto, não se mostra unificado. Ribeiro afirma que a estrutura sócio-política latino americana históricamente só manteve o vinculo de unidade com a metrópole, deixando de lado a “nacionalidade” de cada região.
Outro ponto de desunião traçada pelo autor é a variedade cultural encontrada por todo território latino americano. Esta diversidade cultural é justificada por muitos fatores, sendo a a variedade linguistica o argumento predominante e focando também na interferencia de diversos povos europeus em distintas regiões, modificando assim a cultura local.
A divesidade étnica encontrada nas regiões latinos americanas é colcado como um fator a diferenciar estas culturas. Países onde a cultural indígena é predominantemente forte, pelo tipo de colonização empregado, vem a mostrar em sua sociedade a caracteristica genética e cultural deste povo. Outros países onde a misigenação foi mais forte, é predominante a modificação cultural em maior escala, fazendo uma fusão com a cultura européia e africana.
Uma discução levantada pelo autor é a estratificação social, geralmente fruto da misigenação, tanto indígena quanto africana. O autor discorre sobre o fato da presença da cor negra (fruto da misigenação africana) e parda (fruto da misigenação indígena) na maioria das classes menos abastadas da nossa sociedade. Neste ponto é traçado uma comparação com o preconceito racial presente na América do Norte, aonde a diferença sócio-racial presente na sociedade é tratada como questão de origens de tais etnias.
A diferenciação entre a América anglo-saxa (América do Norte) e a América ibérica (América Latina) não para somente na questão racial. Na visão de Darcy Ribeiro, a um pensamento fixado com o passar dos anos de que a América que sofreu a colonização ibérica é composta por povos atrasados e subdesenvolvidos, explicando assim a diferença econômica entre os dois.
O fragmento textual é finalizado colocando a idéia de que o processo hitórico latino americano vem provocando uma unificação entre esses povos. Com a revolução mercantil é iniciada um busca pela expansão territorial e cultural provocando um crescimento da homogeinidade latina.
FUENTES, Carlos. Vida e morte do mundo indígena
O fragmento do texto de Carlos Fuentes trata de elaborar um histórico das sociedades mesoamericanas baseado na mitologia destes povos. Na cultura asteca o homem foi criado pelo deus Quetzalcóalt, a serpente emplumada, que também é responsável pela criação da agricultura, fonte principal de sobrevivencia das culturas meso-americanas e portanto sempre ritualizada de acordo com sua mitologia.
Quetzalcóalt além de ser o criador do homem e da agricultura, também era representado de natureza boa e de muita simpatia para com os humanos. Este seria o único deus de pele branca, fato que mais tarde ajudaria muito na conquista de espanhola no Império Asteca pelos espanhóis. Este fato se deu pois na mitologia, Quetzalcóalt havia saido daquelas terras com a promessa de retorno, e com a chegada espanhola Cortez foi confundido com o deus, e assim supostamente estaria cumprida a professia e o deus estaria regressando a sua casa.
Na mitologia mesoamericana a morte detinha um lugar de honra. Os sacrifícios humanos eram o ponto central da sociedade em que acreditava na necessidade de sangue para que o Sol voltasse a nascer (nesta cultura acreditava-se que o Sol morria e renascia todos os dias).
Apesar de normalmente só se descutir sobre os Impérios Maias e Astecas, segundo o autor estas foram somente as ultimas antes do contato com os espanhóis. Os Astecas eram um conjunto de sociedades guerreiras que se submetiam ao controle de uma, os mexicas.
A relação do homem com a natureza era uma constante preocupação das sociedades mesoamericanas que acreditavam que deviam temer e respeitar a ela. Se acreditava que o poder e a liberdade dos homens só se era adquirida quando estes aprendiam a evitar o caos, e por meio da vida beligerante dos sacrifícios por eles efetuados constantemente, a ordem era assegurada, e consequentemente seu poder e liberdade eram mais amplos.
A sociedade tolteca exerceu forte influencia na cultura asteca, e o grande exemplo disso é o deus Huitzilopochtli, representado por uma águia, que sobrepuja o deus criador da raça humana Quetzalcóalt. Essa vitória mitológica gerou uma dualidade na vida deste povo pois, enquanto Huitzilopochtli incentivava a guerra e conquista de outros povos, Quetzalcóalt era focado mais para a paz, a cultura e a bondade.
Essa dualidade penetrou no âmago da sociedade asteca, fazendo com que se formasse um povo com muita ênfase militar, mas também ligada a um amor quase maternal a sua terra, a sua comida e ao seu cotidiano.
Fuentes ao falar da investida espanhola sobre o império de Montezuma destaca a importância indescutível da indígena Malinche, que foi oferecida como escrava a Cortez que a tornou sua mulher e conselheira. Malinche é apontada como um dos trunfos de Cortez pelo conhecimento que ela detinha de toda cultura asteca, tanto mitologica quanto linguísticamente.
Fora Malinche e Quetzalcóalt, Cortez ainda contou com o descontentamento de povos que foram subjulgados pelos astecas e que eram forçados a pagar impostos e fazer oferendas humanas para o sacrifício ao Sol.
Após a chegada dos espanhóis a capital do império, Tenochtitlan, Montezuma ofereceu ouro para Cortez deixar o seu império. Montezuma foi sequestrado, e sua calmaria e quietude indignaram o povo asteca que acabou se voltando contra o seu imperador, que já não era mais considerado um deus encarnado.
Por estas coleção de fatores, Fuentes aponta os indígenas como se tivessem sidos derrotados por eles mesmos, por sua cultura e por sua mitologia. Mas indica que a cultura asteca ainda permanece enraizada no povo mexicano. O sentimento de pertencer a sociedade asteca ainda permeia esta sociedade, assim como alguns de seus hábitos.
Quetzalcóalt além de ser o criador do homem e da agricultura, também era representado de natureza boa e de muita simpatia para com os humanos. Este seria o único deus de pele branca, fato que mais tarde ajudaria muito na conquista de espanhola no Império Asteca pelos espanhóis. Este fato se deu pois na mitologia, Quetzalcóalt havia saido daquelas terras com a promessa de retorno, e com a chegada espanhola Cortez foi confundido com o deus, e assim supostamente estaria cumprida a professia e o deus estaria regressando a sua casa.
Na mitologia mesoamericana a morte detinha um lugar de honra. Os sacrifícios humanos eram o ponto central da sociedade em que acreditava na necessidade de sangue para que o Sol voltasse a nascer (nesta cultura acreditava-se que o Sol morria e renascia todos os dias).
Apesar de normalmente só se descutir sobre os Impérios Maias e Astecas, segundo o autor estas foram somente as ultimas antes do contato com os espanhóis. Os Astecas eram um conjunto de sociedades guerreiras que se submetiam ao controle de uma, os mexicas.
A relação do homem com a natureza era uma constante preocupação das sociedades mesoamericanas que acreditavam que deviam temer e respeitar a ela. Se acreditava que o poder e a liberdade dos homens só se era adquirida quando estes aprendiam a evitar o caos, e por meio da vida beligerante dos sacrifícios por eles efetuados constantemente, a ordem era assegurada, e consequentemente seu poder e liberdade eram mais amplos.
A sociedade tolteca exerceu forte influencia na cultura asteca, e o grande exemplo disso é o deus Huitzilopochtli, representado por uma águia, que sobrepuja o deus criador da raça humana Quetzalcóalt. Essa vitória mitológica gerou uma dualidade na vida deste povo pois, enquanto Huitzilopochtli incentivava a guerra e conquista de outros povos, Quetzalcóalt era focado mais para a paz, a cultura e a bondade.
Essa dualidade penetrou no âmago da sociedade asteca, fazendo com que se formasse um povo com muita ênfase militar, mas também ligada a um amor quase maternal a sua terra, a sua comida e ao seu cotidiano.
Fuentes ao falar da investida espanhola sobre o império de Montezuma destaca a importância indescutível da indígena Malinche, que foi oferecida como escrava a Cortez que a tornou sua mulher e conselheira. Malinche é apontada como um dos trunfos de Cortez pelo conhecimento que ela detinha de toda cultura asteca, tanto mitologica quanto linguísticamente.
Fora Malinche e Quetzalcóalt, Cortez ainda contou com o descontentamento de povos que foram subjulgados pelos astecas e que eram forçados a pagar impostos e fazer oferendas humanas para o sacrifício ao Sol.
Após a chegada dos espanhóis a capital do império, Tenochtitlan, Montezuma ofereceu ouro para Cortez deixar o seu império. Montezuma foi sequestrado, e sua calmaria e quietude indignaram o povo asteca que acabou se voltando contra o seu imperador, que já não era mais considerado um deus encarnado.
Por estas coleção de fatores, Fuentes aponta os indígenas como se tivessem sidos derrotados por eles mesmos, por sua cultura e por sua mitologia. Mas indica que a cultura asteca ainda permanece enraizada no povo mexicano. O sentimento de pertencer a sociedade asteca ainda permeia esta sociedade, assim como alguns de seus hábitos.
domingo, 20 de junho de 2010
5 camisa para 5 títulos
A marca brasileira El Cabriton Y Amigos fizeram cinco camisas geniais para comemorar o penta campeonato mundial e seus idolos.
Eu gostaria muito de adquirir pelo menos uma, mas infelizmente os preços não estam la muito acessiveis! Foram confeccionadas somente 200 unidades de cada que estão sendo vendidas a R$58,00, mas se você estiver disposto a levar todas as cinco camisas, existe uma promoção aonde o valor seria de R$250,00. Eu não posso, mas bem que gostaria de uma. Olha só... pra quem quiser me dar um presente ai vai a dica... meu aniversário está chegando!




Eu gostaria muito de adquirir pelo menos uma, mas infelizmente os preços não estam la muito acessiveis! Foram confeccionadas somente 200 unidades de cada que estão sendo vendidas a R$58,00, mas se você estiver disposto a levar todas as cinco camisas, existe uma promoção aonde o valor seria de R$250,00. Eu não posso, mas bem que gostaria de uma. Olha só... pra quem quiser me dar um presente ai vai a dica... meu aniversário está chegando!




segunda-feira, 7 de junho de 2010
Desabafos
Sinto falta do dom artistico da palavra
Sinto falta do dom artistico da escrita
Tão sentimentos e vontades reprimidas sem ter como expressar
Isso é um fardo que carrego com tanto pesar,
O fardo de ser sempre só apesar das companhias
Sei que não é certo, mas me abraça uma inveja dos meus amigos poetas
Que com tanta facilidade expressão seus pensamentos
Que com tanta voracidade nos mostram seus sentimentos
Que com tanta beleza nos mostram sua humanidade.
Sinto falta de ter um dom, qualquer dom
É triste saber que passarei pela vida de milhares,
Mas nunca poderei me gabar de ter representado algo de bom a alguem
Só o que fiz foi destruir, estragar e perverter
E carrego comigo essa culpa, essa dor, esse sofrimento
Sabendo que a vida amanhã continua e tudo será o mesmo
E eu continuarei sendo um nada
Sinto falta do dom artistico da escrita
Tão sentimentos e vontades reprimidas sem ter como expressar
Isso é um fardo que carrego com tanto pesar,
O fardo de ser sempre só apesar das companhias
Sei que não é certo, mas me abraça uma inveja dos meus amigos poetas
Que com tanta facilidade expressão seus pensamentos
Que com tanta voracidade nos mostram seus sentimentos
Que com tanta beleza nos mostram sua humanidade.
Sinto falta de ter um dom, qualquer dom
É triste saber que passarei pela vida de milhares,
Mas nunca poderei me gabar de ter representado algo de bom a alguem
Só o que fiz foi destruir, estragar e perverter
E carrego comigo essa culpa, essa dor, esse sofrimento
Sabendo que a vida amanhã continua e tudo será o mesmo
E eu continuarei sendo um nada
domingo, 30 de maio de 2010
Da Luta Não Me Retiro
Após alguns anos de eleições pacatas e praticamente sem nenhuma corrida eleitoral estimulante, tivemos neste ano de 2010 um número animador, tanto de chapas inscritas, quanto de participação dos alunos da UFRN no pleito. Quatro chapas foram inscritas aonde foi travado um ótimo debate sobre a atual conjutura da nossa universidade e da realidade brasileira.
Na quarta-feira, dia 26 de maio, mais da metade dos estudantes da UFRN optaram pela chapa que tem como proposito dar continuidade a política estudantil estabelecida pelas gestões dos Sonhos, em que mostrou a Universidade que o Movimento Estudantil ainda tem gigante importancia tanto no ambito da universidade, quanto na realidade local e nacional que nos encontramos.
Sabiamente os estudantes da nossa Universidade optaram por colocar em nosso diretório uma chapa com consistencia e pratica no movimento estudantil o que nos proporcionou 11 cargos dos 19 presentes no DCE. O segundo colocado ficou a chapa 04 (tendo direito a 4 cargos da proporcional), em terceiro se encontra a chapa 03 (tendo direito a 03 cargos) e por ultimo a chapa 02 (tendo direito a um cargo).
Como a eleição para os conselhos não é proporcional, já conhecemos nossos representantes! A chapa 01 também saiu vitoriosa neste pleito.
Agora só nos resta esperar para saber quais nomes serão escolhidos pelas chapas para compor o diretório. Rezemos para que todos da "oposição" consigam neste ano compor e não desistir da luta.
Meus parabéns Chapa 01... vocês mereciam isto mais do que qualquer outra chapa colocada para esta eleição!
Na quarta-feira, dia 26 de maio, mais da metade dos estudantes da UFRN optaram pela chapa que tem como proposito dar continuidade a política estudantil estabelecida pelas gestões dos Sonhos, em que mostrou a Universidade que o Movimento Estudantil ainda tem gigante importancia tanto no ambito da universidade, quanto na realidade local e nacional que nos encontramos.
Sabiamente os estudantes da nossa Universidade optaram por colocar em nosso diretório uma chapa com consistencia e pratica no movimento estudantil o que nos proporcionou 11 cargos dos 19 presentes no DCE. O segundo colocado ficou a chapa 04 (tendo direito a 4 cargos da proporcional), em terceiro se encontra a chapa 03 (tendo direito a 03 cargos) e por ultimo a chapa 02 (tendo direito a um cargo).
Como a eleição para os conselhos não é proporcional, já conhecemos nossos representantes! A chapa 01 também saiu vitoriosa neste pleito.
Agora só nos resta esperar para saber quais nomes serão escolhidos pelas chapas para compor o diretório. Rezemos para que todos da "oposição" consigam neste ano compor e não desistir da luta.
Meus parabéns Chapa 01... vocês mereciam isto mais do que qualquer outra chapa colocada para esta eleição!
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